quinta-feira, 11 de setembro de 2008

ZERO A ZERO



Coluna do Guilherme

A partida entre Brasil e Bolívia terminou sem gols nessa quarta-feira. A seleção provavelmente entrou em campo hoje tencionando repetir a atuação elogiavel do domingo passado. Acabou não sendo assim.

A verdade é que de tudo um pouco, faltou muito. Principalmente o futebol. Ronaldinho, Robinho e Luis Fabiano erraram passes; Diego correu mas não conseguiu efetividade em jogadas individuais. Faltou movimentação, criatividade, finalização, etc... etc...

Dunga e seus 11 selecionados foram vaiados. A (pouca) torcida despediu-se do treinador. E de seleção brasileira mesmo só se viram jogadores em camisas amarelas, mas sem a responsabilidade que pesa em cada uma dessas camisas. E é um fato que no futebol não é impossível, ou inaceitável, que o Brasil empate com a Bolívia, mesmo o jogo sendo em casa. Isso, é claro, se os bolivianos, por acaso, acordassem no dia deles (o que não deve ter sido o caso). Poderia também ser o caso, por acaso, se os brasileiros acordassem num dia ruim (mas todos eles?!).

Mas o que acontece é que o Brasil (sexto no ranking da FIFA) empatou, no Engenhão, (no Rio) com a Bolívia (décimo colocado na tabela das Eliminatórias), e só faltou mesmo o Evo Morales em campo para a festa de verde estar completa.

Não que o resultado tenha eliminado o Brasil da Copa do Mundo, nem que o técnico vá cair agora. É que é apenas triste ver a seleção, não só a de Dunga, mas a nossa seleção jogar um futebol tão inexpressivo e lamentável. Lamentável.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

PAPO DE BLOGUEIRO

Semana passada disse que o título do Brasileirão fica ou com Palmeiras ou com Gremio. Ainda acredito nisso, mas ficou mais difícil para o alvi-verde, que foi surpreendido, mais uma vez, pelo Sport. Dessa vez em casa. Foi a primeira derrota do time no ano no Palestra Itália, a quinta de Luxemburgo no Jardim Suspenso somando as passagens de 93/94, 96, 2002 e 2008.

E domingo tem mais uma derrota, porque o ataque titular está suspenso e os prováveis substitutos Lenny e Denilson não vão fazer mais gols do que o Cruzeiro, que mesmo sem o artilheiro Guilherme suspenso pelo terceiro cartão amarelo certamente vai vazar a frágil defesa palestrina.

No campeonato, se o time paulista não faz gols, a derrota é quase certa. A única partida fora de casa que não sofreu tentos foi contra o Vasco, pela sétima rodada, quando venceu por 2 a 0.
Extendi-me no comentário sobre essa partida pois julgo a mais importante da rodada, já que são as duas equipes com chances mais claras de tirar o título de Porto Alegre.
Há outras partidas que prometem:
Atlético PR x Portuguesa - Encontram-se na zona da degola e, pelo futebol apresentado, candidatos fortes a cair para série B. Se houver empate, iminência de morrerem abraçados.
Vasco x Náutico - a diferença entre Vasco, 14º e o último Ipatinga é de apenas 5 pontos. Então, a Cruz de Malta e o Timbu se juntam à Lusa e ao Furacão na lista de rebaixáveis. Como o time carioca e pernambucano têm o mesmo número de pontos, a derrota será um enorme prejuízo.
São Paulo x Flamengo - Jogo de empate. O tricolor tem a força do Morumbi e o Flamengo vem jogando bem, diferentemente do time paulista que empatou nas últimas duas rodadas com dois rebaixáveis: Santos e Galo.
Santos x Fluminense - Só não é mais desesperador que Furacão e Lusa. O ponto de relevância é o retorno de Cuca à Vila, onde me parece não ter deixado grandes amigos, vide as críticas dos santistas em relação ao trabalho do atual treinador do Flu.
Palpites do céu e do inferno
Os 4 primeiros (não obrigatoriamente nesta ordem):
Grêmio, Palmeiras, Cruzeiro e Botafogo
Os 4 últimos (idem):
Ipatinga, Portuguesa, Atlético PR e Fluminense
Coincidentemente, os atuais ocupantes dessas posições.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

De Segunda!

Futebol

Chile 0 x 3 Brasil

Normalmente é assim mesmo: quando o Brasil entra desacreditado, muito criticado e sem expectativas, acabamos por nos impor a frente de quase qualquer adversário. Contra o Chile foi exatamente assim. Talvez a melhor partida de futebol da seleção brasileira no ano, o placar poderia ter sido ainda mais elástico se o atacante (?) Ronaldinho tivesse em um dia mais produtivo. Dunga escalou o time com 3 atacantes: Robinho e Luis Fabiano ao lado do camisa 10, que jogou mesmo mais avançado, deixando o meio campo para Diego e Josué. A exemplo do Chile, que foi escalado também com 3 atacantes e um meia ofensivo, M. Fernandes, pelo tecnico Marcelo Bielsa. O juiz marcava poucas faltas e o jogo corria bem, mas em lance na área Chilena, o zagueiro Estrada acertou a perna de Diego e o pênalti foi marcado. Ronaldinho perdeu a chance de marcar o terceiro, que foi convertido em jogada aguerrida de Luis Fabiano, que acreditou na briga com o zagueiro do Chile e enfiou por baixo das pernas do goleiro Bravo. Quarta-feira tem Brasil x Bolívia no Rio de janeiro.


Campeonato Brasileiro

Pela 24ª rodada do Brasileiro, que começou na quarta e terminou no sábado, as coisas ficaram ainda mais indefinidas, principalmente no que diz respeito a briga pelo título e vagas na libertadores, já que o Grêmio empatou sem gols com o Fluminense, o Palmeiras foi goleado em pleno Palestra e Flamengo e Cruzeiro venceram seus jogos, deixando o grêmio com 6 pontos na frente do vice- lider Cruzeiro, que tem 43, juntamente com o Verdão. A quarta posição é do Botafogo, enquanto que o São Paulo segue em 6º atrás do Flamengo. Há quem questione o poder do Grêmio se sustentar na liderança até o fim, mas a diferença de 6 pontos é considerável, ainda mais olhando para os resultados dos times que correm atrás: nenhuma equipe mostra futebol tão superior ao time gaúcho, mesmo que o líder tenha muitas limitações. Ao que parece, a taça será disputada por muito mais do que Palmeiras e Grêmio.
Velocidade

F-1

No primeiro escalão do automobilismo, o inglês Lewis Hamilton foi penalizado, e apesar de ter chegado em primeiro, quem levou os 10 pontos da vitória foi Felipe Massa, que segue na cola de Lewis na classificação do campeonato. Este ano, se a briga ficar entre Massa e Hamilton, teremos ótimas corridas até o fim da temporada.

F-Indy

Já no segundo escalão, mas não menos veloz, o brasileiro Hélio Castroneves, da Penske fez o quase impossível para vencer o campeonato mas acabou não ganhando o premio de um milhão de dólares, que foi para Scott Dixon, da Target Chip Ganassi, que precisava ficar atrás da 11ª colocação para que o brasileiro fosse campeão, desde que Hélio vencesse a corrida. A Formula Indy conta com diversos brasileiros, entre eles Tony Kanaan, Vitor Meira, Jaime Camara e Mario Morais (neto de Antonio Ermírio de Morais). Há também 3 mulheres: Milka Duno (venezuelana), Danica Patrick e Sarah Fisher.

Maurício Destri escreve às segundas-feiras

domingo, 7 de setembro de 2008

Domingão do Guizão- Convidados nas olimpíadas

Quem viu os Jogos Olímpicos de Pequim viu a quantidade de atletas convidados disputando as provas. A excessão dos esportes coletivos, todas as modalidades tinha ao menos um, mas na maioria das vezes vários convidados pelas Federações Internacionais e esses, muitas vezes não tinham nível para disputar um evento tão grande como as olimpíadas.

Concordo plenamente que todos os 204 membros do Comitê Olímpico Internacional tenham representantes nos Jogos Olímpicos, mesmo que estes não tenham lá um nível muito elevado. Mas lotar cada uma das provas com uma enchurrada de convidados além de baixar o nível da competição e tirar algumas vagas de atletas que realmente estariam capacitados para a medalha, vai contra o movimento atual do Comitê Olímpico que diz que os Jogos Olímpicos não deve mais crescer.

Em Pequim 2008, vimos países com até seis atletas, como a Bolívia, disputando todas suas provas com atletas convidados. O resultado conquistado por eles não está em questão. A questão é que os Jogos ficam inchados e demorados sem ter resultados em troca.

Alguns irão dizer que isso democratiza o evento e que faz evoluir o esporte no país em questão. Democratizar o evento é muito importante, mas precisamos ter mais de 100 atletas na prova dos 50m livre masculino com apenas 50 com chances reais de passar para as semi finais? Salvo engano, foram 13 séries somente desta prova, com os tempos razoavelmente perto de uma vaga para a próxima fase somente a partir da quinta ou sexta série. Vimos em 2000 Eric Mossambano completar os 100m livre da natação num tempo que não o classificaria para os 200m. E isso fez a natação do país em questão, Guiné Equatorial, melhorou?

Em algumas categorias do judô, por exemplo, eram cerca de 35 atletas com oito deles convidados. Isso além de tirar a vaga de países com tradição no judô, coloca alguns atletas nos Jogos Olímpicos em vantagem, por estrearem diante deles. Tudo bem, querem democratizar o judô, por que não fazem um "pré olímpico" entre esses oito atletas convidados para que "apenas" dois disputem o evento e se abram outras seis vagas para os atletas conseguirem classificação.
Outro ponto é o número de atletas. O Comitê Olímpico tem excluído provas e esportes, além de limitar jogadores em algumas modalidades para que o número de atletas não passe dos 10.500 estipulados como número máximo pela entidade. Por que não cortar alguns destes convidados e aumentar o número de esportes, ou de atletas em outras modalidades.

Um terceiro ponto, que eu já vi relatos de alguns jornalistas e atletas, mas nunca me deparei com esse exemplo é realmente deplorável. Governos ditatoriais, ao serem convidados, mandam amigos ou conhecidos de seus chefes de Estado, somente para este se divertir com uma viagem para o outro lado do mundo paga pelo governo. Mas este, pelo que eu percebi, esteve fora de questão em Pequim. Mas, nunca se sabe...

A participação de todos é bem vinda. O esporte tem que abrir espaço para os menores, mas não há necessidade de um país como Burkina Fasso levar atletas no tiro, atletismo, natação e esgrima como aconteceu. Pega esses atletas convidados e coloca num torneio preeliminar com outros atletas do mesmo nível para colocar dois convidados apenas por prova. Além de diminuir os atletas, deixa os convidados com um gosto de vitória nos Jogos, vencendo esse mini pré olímpico, ao invés da vitória ser """"apenas""" estar lá, como é o caso da maioria deles.

Torço para que todos os países tenham, um dia, força no esporte o bastante para levar seus atletas com índices olímpicos. Enquanto isso não acontece, é importante que todos países tenham ao menos um homem e uma mulher participando de qualquer uma das modalidades nos Jogos.
Mas o evento não precisa ser invadido por atletas que tem suas participações bem aquém dos melhores do mundo.

Em Londres, ao que parece, o número de convidados irá aumentar ainda mais.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

S4 OU S5? CLODOALDO SERÁ SEMPRE UM VENCEDOR

COLUNA DO MURILO


No decorrer dessa semana, o brasileiro Clodoaldo da Silva foi envolvido em uma polêmica com o IPC, Comitê Paraolímpico Internacional, que interpreta a deficiência cerebral do nadador como nociva perante aos outros competidores da classificação S4. A natação paraolímpica é dividida em 10 classes que vão da S1, atletas com alto grau de deficiência, à S10, competidores com um menor grau de deficiência.


O "Phelps" brasileiro é detentor de cinco recordes mundiais e nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro conquistou seis medalhas de ouro e uma de prata. Devido a este alto nível competitivo que o atleta desenvolveu, a IPC resolveu reclassificar o nadador para a categoria acima, a S5. Clodoaldo ficou indignado com a situação e pediu uma intervenção por parte do CPB, Comitê Paraolímpico brasileiro, para os membros da IPC reverem a decisão.




A partir disso, nesta sexta-feira, dia 5 de setembro, haverá uma reunião entre os dois comitês para decidirem em que classe o brasileiro irá disputar as paraolimpíadas. Esperamos um acerto justo entre duas partes e a permanência de Clodoaldo na categoria que compete há mais de dez anos. O nadador desabafou em seu blog pessoal e disse: "Sei que isso tudo mexe comigo psicologicamente. Mas eu vou lutar muito para que tudo fique bem. Ficar bem é ficar no lugar de onde nunca deveria ter saído, na minha classe original, a S4, na qual compito há dez anos. Afinal, minha deficiência é a mesma e não tenho que mudar de classe pela minha performance. Não vou aceitar injustiças, quero me defender. Estamos falando de alto rendimento."


O Clodoaldo, não importa se for na S4 ou na S5, sempre deverá ser visto pelos brasileiros como um vencedor. Primeiro, um vencedor da vida, pois conseguiu superar a sua deficiência cerebral através do esporte e depois pela sua qualidade invejável dentro das piscinas.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

SÃO PAULO SEM A VELHA EFICIÊNCIA


Coluna do Guilherme

Consegui chegar em casa hoje a tempo de assistir os últimos 25 minutos do jogo entre São Paulo e Atlético-MG e uma pergunta ficou na cabeça: "Onde foi parar o campeão brasileiro?"

O tricolor paulista vencia o jogo, mas de maneira alguma conseguia se impor — claro que isso já seria algo difícil, em se tratando de o jogo ser fora de casa. Porém faltava ao time um dinamismo e um volume de jogo que eram características do ano passado. O São Paulo não mantinha a posse de bola no meio de campo, não possuía alternativas para sair jogando. Hugo (jogador que já elogiei muitas vezes) não concluía uma jogada, Jorge Wagner tentava, mas sem resultado e Richarlyson falhava muito na cobertura.

Fiquei pensando o que aconteceu com o time, tão elogiado na última temporada por sua excelente capacidade de reposição e elenco farto. É estranho pensar que, de fato, os são paulinos (bicampeões brasileiros) agora começam a sentir falta de jogadores como Souza e Leandro — que, apesar de serem jogadores de um desempenho bom para ótimo, nunca foram craques insubstituíveis. (Penso hoje até que Lenílson, ex-tricolor que hoje joga no Galo, poderia ser uma opção para saída no meio campo, uma alteração que poderia ser feita com o mau desempenho dos meio-campistas).

Mas o fato é que as contratações desse ano (leia-se Joílson e Éder Luís) não surtiram efeito. Então cabe uma crítica à diretoria (que está longe de ser incompetente), por não ter agido diante da falta de rendimento dos jogadores contratados. O São Paulo está longe de ser um time endividado ou com pouco dinheiro em caixa, visto que nos últimos três anos o clube venceu uma Libertadores, um Mundial e dois Brasileiros. Então resta perguntar por que não foi identificada a deficiência do time no meio-campo? E, caso tenha sido identificada, por que não foram tomadas as medidas necessárias para solucionar o problema?

Fica claro que tudo isso agora prejudica o time paulista, que entrou na disputa do campeonato como aspirante ao título e agora briga para voltar a ficar entre os quatro primeiros (após o empate com o Atlético, o time caiu para a sexta colocação). Tal empate que o São Paulo não cedeu, mas que aconteceu pelo fato de o time não ter buscado uma vantagem maior na partida e nem cadenciado o jogo com eficiência.

Outros Resultados:

Santos 2 X 0 Vitória

Figueirense 2 X 3 Flamengo

Goiás 4 X 0 Atlético-PR


Jogos de Hoje:

Palmeiras X Sport


Vasco X Cruzeiro


quarta-feira, 3 de setembro de 2008

PAPO DE BLOGUEIRO

Três é demais

Paulo Vinícius Coelho, mais conhecido como PVC, saiu do LANCE! – jornal que ajudou a fundar em 97 – para formar junto com Juca Kfouri e Tostão um trio para ser lido e relido aos domingos, na Folha de São Paulo. Um é cruzeirense e tem talento para tudo que faz – foi campeão mundial com seleção em 70 vestindo a camisa 9, é médico e tem uma visão excepcional do que acontece dentro e fora das quatro linhas; o corintiano, como todo louco, é fanático, mas sabe discernir o preto do branco e os seus textos têm uma enorme influência do também jornalista Graciliano Ramos, fato este assumido pelo maior crítico da Casa Bandida do Futebol (CBF); o palmeirense é o mais novo dos três e é conhecido pela memória impressionante tanto de escalações de times longínquos quanto detalhes que cercaram as pelejas passadas, além de ter enorme conhecimento tático ao ponto de haver brincadeiras a respeito de assumir a seleção no lugar do inexperiente Dunga.
Aos domingos, PVC escreve sobre os acontecimentos da semana e, às segundas-feiras na coluna “Prancheta do PVC” faz análise tática da rodada.

Mero detalhe?

Na segunda-feira, dia 1, Marcos recebeu da Câmara Municipal de São Paulo o título de cidadão paulistano.
O Jornal da Globo e SportvNews utilizaram a mesma reportagem para noticiar o fato. Nada contra. Entretanto, o jornalista Renato Peters que fez a cobertura do evento cometeu um erro que para muitos é mero detalhe, mas para outros, como eu, é um equívoco inadmissível: ao logo da matéria (49s), Peters fala da defesa mais famosa do goleiro – pênalti de Marcelinho Carioca na semifinal da Libertadores de 2000. Mas diz que foi nas quartas-de-final de 99, ano da conquista palmeirense.
Por trabalhar na Rede Globo, maior conglomerado de comunicação do hemisfério sul, não pode cometer um erro grotesco como esse.
Coincidência ou não, na matéria exibida (feita pelo mesmo repórter) no Globo Esporte de terça-feira não há nenhuma menção ao pênalti defendido pelo ídolo palmeirense.

Jornal da Globo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM876513-7823-GOLEIRO+DO+PENTA+E+HOMENAGEADO+EM+SAO+PAULO,00.html
Faltando quinze rodadas para o fim do Brasileirão, os postulantes ao título estão cada vez mais claros: Palmeiras e Grêmio.
Só não aposto todas as minhas fichas no time gaúcho porque o tricolor enfrenta na 34ª rodada o vice-líder no Palestra Itália, onde o alvi-verde ainda não perdeu no ano e tem o melhor aproveitamento com dez vitórias e um empate no campeonato nacional.